segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Diminuição das Faixas Solares Espectrais da Antimatéria como Contribuição para o Resfriamento do Magma da Terra: Energias Renováveis como Soluções.

O resultado médio da distância do Sol a Terra em seu periélio (distância mais próxima do Sol) se encontra perto dos 147 milhões de quilômetros e em seu Afélio (maior distância do Sol) por volta de 152 milhões de quilômetros. Partindo desse princípio, a radiação solar demora aproximadamente 8 minutos e 20 segundos para atingir a Terra e essa está inserida em várias faixas espectrais¹, tanto do plano da matéria, quanto do plano da antimatéria. Toda partícula possui a sua antipartícula, então a radiação solar com as suas antipartículas, atinge o magma da Terra pelo processo de refração, após percorrer além das distâncias acima informada, mais 6371 km de raio terrestre. Quando a radiação solar (com suas faixas espectrais não captáveis ainda por aparelhos físicos) atinge o núcleo da Terra, aquece o magma provocando a liberação da energia necessária para rotação do orbe ao redor de si mesmo em torno do seu próprio eixo. Esse movimento é natural, mesmo porque a Terra, já foi parte do Sol a milhões de anos atrás. Com essa análise, a contribuição da poluição na camada de ozônio, permite maior passagem dos raios solares sem serem filtrados (zona espectral solar que deveria ser impedida pela camada de ozônio) provocando o superaquecimento apenas na atmosfera da Terra. Paralelamente com o aumento da poluição atmosférica, criam-se barreiras, impedindo que novos raios solares com seus espectros nas zonas da antimatéria cheguem ao núcleo do orbe, diminuindo assim a temperatura interna do planeta. Na verdade, o planeta Terra está esfriando de dentro para fora e não se aquecendo, ou seja, o aquecimento se dá apenas na superfície. Com a diminuição da temperatura interna pelo processo de entropia dentro da termodinâmica, o planeta em questão, passa a diminuir sua rotação por processos estocásticos, tendo como consequência regiões mais quentes e outras regiões mais frias com referência ao Sol, alterando assim o equilíbrio planetário e o equilíbrio do Sistema Solar. O desequilíbrio, provoca maiores quantidades de: terremotos, enchentes, tsunamis, furacões, etc... A contribuição de soluções eficazes no que diz respeito as energias renováveis é fator principal na qualidade do espectro solar e na diminuição da ruptura da camada de ozônio ou o seu restabelecimento a longo prazo. Os estudos científicos corroboram na afirmação da utilização de placas solares como base na conversão de energia elétrica para vários fins úteis a humanidade, pois o Sol está presente em todo globo. Outras fontes renováveis como a eólica, a energia do mar, a energia dos raios esta última como fonte a ser estudada futuramente, seguem o mesmo princípio da energia solar: todas limpas, renováveis e sem agredir a camada de ozônio. Precisa-se que as academias despertem o interesse e a educação na utilização dessas energias limpas, direcionando e incentivando pesquisas para que tenhamos um orbe mais equilibrado para se viver. NT¹: O Espectro Solar, possui faixa de frequência em dois planos: da matéria (com suas partículas) e da antimatéria (com suas antipartículas). As faixas de frequências que se estabelecem no plano da antimatéria, não podem ser captáveis por aparelhos físicos. As antipartículas, provocam as frequências não registradas nestes aparelhos e sofrem a contrapartida das partículas no mundo da matéria e vice-versa. As antipartículas não são impedidas de penetrarem na matéria, mas a quantidade de “um raio solar”, contém todas as faixas de frequências captáveis ou não e é pelo processo de refração que são filtradas. Então, se a quantidade de raio solar é diminuída até chegar ao magma do planeta Terra pelo ruptura da camada de ozônio em consequência da contribuição da barreira de poluição na atmosfera, é óbvio que o resfriamento no interior do planeta deve acontecer.  

Artur Lima